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Variedade Quarta-feira, 03 de Janeiro de 2024, 19:28 - A | A

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Lazer

Pode usar quartzito na piscina?

Por ser mais resistente, com baixo poder de absorção e possuir uma gama diversificada de cores e padrões, a pedra se tornou escolha ideal na hora de compor projetos em áreas de lazer residenciais

Foto: Studio Line

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Ideal para revestir a área da piscina, o quartzito Da Vinci, da Decolores, é muito resistente e tem durabilidade eterna.


Uma das vantagens de ser brasileiro é poder desfrutar de um dos verões mais animados e famosos do mundo. Nessa época do ano, as temperaturas elevadas combinam com a energia das férias em família e com um mergulho na piscina.

Por isso, para quem tem a possibilidade de ter uma área de lazer em casa, o ideal é criar uma ambientação aconchegante e segura para receber os amigos e familiares, e que também confira a melhor sensação de privacidade e conforto para os dias ensolarados.

Pedras naturais são uma boa pedida na hora do projeto por serem mais resistentes, versáteis e com baixo poder de absorção. É o caso do quartzito, que, além de ser extremamente duradouro, é uma rocha relativamente nova no mercado, que revolucionou o setor trazendo grande diversidade de cores e desenhos. Com isso, se torna possível delinear um espaço cheio de personalidade e que converse com a narrativa estética imposta em outros pontos do design de interiores.

O quartzito, por ser um material nobre, soma sua qualidade duradoura com uma versatilidade atemporal, podendo ser usado tanto em pisos, quanto paredes, e/ou bancadas. “Em especial o Da Vinci, disponível na Decolores, é a rocha ideal para piscina porque é um quartzito cristalino, uma tipologia especial de quartzito o que significa que, por conta de sua formação geológica, ele é mais resistente que outros tipos de quartzitos. Assim sua durabilidade na piscina será eterna, afirma Abiliane Pazeto, Coordenadora de Pesquisa e Desenvolvimento da Decolores.

Além disso, continua a especialista, “o verde desse material é uma tendência para este ano, assim, não é só um quartzito durável, mas atual. E mais: suas cores são naturais e à prova de desbotamento, assim sua beleza será mantida por muitas gerações”.

Dentro da piscina, a escolha do acabamento se liga mais ao gosto pessoal do que à funcionalidade, podendo ser usado inclusive o acabamento polido, já que é o que mais destaca a coloração natural da pedra.

Já para a borda da piscina e deck, que são locais de passagem, se torna obrigatório instalar peças com acabamentos que produzem efeito antiderrapante, como o levigado, flameado e anticato. Nessas áreas no entorno da piscina jamais o acabamento polido deve ser usado, porque em contato com a água a superfície torna-se escorregadia podendo causar eventualidades graves. Além disso, é fundamental para o conforto térmico do projeto optar por tonalidades claras, pois elas vão absorver menos o calor.

A Decolores, empresa que em pouco mais de 20 anos se destacou em meio ao trade por ser referência no beneficiamento do quartzito, possui em seu portfólio de produtos uma diversa gama de estilos da pedra, como o padrão Da Vinci. Tal modelo, por exemplo, traz minerais reliquiares que foram transformados ao longo do tempo geológico e atualmente denotam cores exóticas como o verde do mineral fuchsita, rico em cromo.

 

Sobre a Decolores

Em pouco mais de 20 anos, a Decolores se edificou como um negócio que possui a inovação, tecnologia, cuidado e contemporaneidade como partes intrínsecas de seu DNA, sendo responsável por trazer um novo olhar, mais poético e plural, para a potência das rochas naturais na arquitetura e design de interiores.

A empresa, entre outras coisas, se destacou em meio ao trade por ser referência no beneficiamento do Quartzito, um tipo de rocha mais resistente e que acabou promovendo uma inovação dentro do setor graças a sua grande diversidade de cores e desenhos. Por conta de seus processos modernos e de ponta, a marca é considerada pioneira na produção de quartzito tanto no Brasil, como no mundo e, com um parque industrial instalado em uma área total de 74 mil metros quadrados na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, no Espirito Santo, assim como uma filial em Serra, também dentro do estado capixaba, ela ainda atingiu status de um dos maiores polos de beneficiamento de rochas naturais do país.




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