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Cuiabá, 21 de Junho de 2024.

Palavra de Profissional Sexta-feira, 07 de Junho de 2024, 10:56 - A | A

Sexta-feira, 07 de Junho de 2024, 10h:56 - A | A

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Especialistas discutem novas perspectivas para solução de conflitos ambientais

Seminário acontece na próxima quinta-feira (6) e vai reunir ministros, juristas e engenheiros em Brasília (DF) durante a semana do Dia Mundial do Meio Ambiente

Dani Bastos

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Dra. Camila Linhares.

“Normas ambientais e soluções jurídicas pela resolução de conflitos ambientais”. Esse é o objeto de discussão de engenheiros e juristas durante evento que acontece em Brasília na próxima quinta-feira (6). O seminário Novas Perspectivas para Soluções de Conflitos Ambientais vai reunir representantes de órgãos auxiliares do governo, como o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Antônio Anastasia, e o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Carlos Mário Velloso. O evento acontece das 8h às 18h no Auditório do CREA.

A promotora de Justiça do Ministério Público de Goiás, Dra. Tarcila Gomes, a presidente do CREA-DF, Adriana Resende, a diretora do IBAPE, Ana Carolina Valerio Nadalini, a advogada Célia Barroso Pitchon e o advogado especialista em Direito Ambiental, Édis Milaré, são alguns dos palestrantes do evento realizado durante a semana do Dia Mundial do Meio Ambiente.

Para a CEO da Unniversa Solução de Conflitos , Dra. Camila Linhares, que participa do painel ‘O meio ambiente e os métodos adequados da solução de conflitos’, o evento é uma oportunidade de ouvir importantes agentes que são referência em gestão de conflitos ambientais e refletir sobre perspectivas assertivas para lidar com esse tipo de conflito.

“Pensar sobre possíveis caminhos para a resolução de conflitos ambientais no Brasil é uma tarefa árdua que necessita da associação de pessoas que possuem formação técnica relacionada ao assunto. Para além do Judiciário, é preciso ouvir engenheiros, advogados especializados em meios adequados de solução de conflitos e buscar um caminho para conduzir essas situações - a começar pelo que aconteceu no Rio Grande do Sul recentemente”, finaliza Camila.

 




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