Jornal Rosa Choque
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Cuiabá - MT, 15-06-2021 às 20:27

Voz que se amplia pela defesa das mulheres

Lucia Bessa tem pautado anos da sua vida na defesa das mulheres e como âncora de um programa de televisão amplia sua voz.

A advogada Lucia Bessa no comando de programa de televisão | Creditos: Divulgação

Quando se tem coerência na trajetória, e se acredita na causa que defende, os caminhos para o sucesso se abrem. A advogada Lucia Bessa tem ao longo de sua carreira deixando indelével seu nome num trabalho efetivo na defesa dos direitos da mulher e no empoderamento feminino. Ganhou mais voz, sendo também a voz de outras mulheres, e isso agora ganha maior dimensão através de programa de televisão, abrindo um diálogo muito interessante que tem nome: “Papo a Bessa”, que é exibido em canais de televisão de Brasilia-DF, duas vezes por semana.
 

O Papo a Bessa que vai ao ar todas as segundas-feiras, das 19:00 às 20:00, na TVN Brasil e todas as quintas feiras, das 17:00 às 17:30 no canal 12 da Net, na TVCMODF, sempre ao Vivo, tem se consolidado como o canal de denúncias, Informação e acolhimento para as famílias do Distrito Federal, e de vários estados brasileiros  e, também, de vários países. Lucia Bessa tem participado de muitas lives e eventos on-line e se destacado em revistas com repercussão nacional, e por suas declarações.


 

Os entrevistados e entrevistadas, são escolhidos a partir de seu compromisso e responsabilidade com a população: lideranças comunitárias, artistas, dirigentes de instituições civis e públicas, autoridades legislativas, executivas e judiciárias  já foram recebidas pela âncora, Lucia Bessa, dentre elas a ex-ministra Marina Silva.


No mês de março, o Papo a Bessa instituiu o Março de todas as mulheres!, em alusão e celebração ao Dia Internacional da Mulher.

Durante todo o mês, foram debatidos temas afetos ao universo feminino, e no programa do dia 25 de março trouxe Margarida Yassuda,  Presidente da BPW Brasil - Business and Professional Women -  Federação das Associações de Mulheres de Negócios e Profissionais. Lúcia faz parte da BPW Brasília, e o tema que norteou sua conversa foi o  “Empreendedorismo feminino – estímulo a diminuição da desigualdade de gênero”.

LUTANDO PELAS MULHERES

Lucia Bessa diz que o enfrentamento das consequências econômicas da crise sanitária e o combate à extrema pobreza,  deve considerar o papel preponderante da mulher, na luta pela igualdade de gênero. Ela tem se pautado anos da sua vida neste sentido e trazendo para discutir junto com ela personalidades que trabalham diretamente com a violência doméstic a e familiar, além de políticas públicas voltadas as mulheres.

“Mulheres e meninas livres”, com este mote Lucia Bessa pretende através do Instituto Viva Mulher- Direitos e Cidadania, criar um programa de combate, enfrentamento e prevenção de todas as formas de violência contra o público alvo definido. Com isso ela pretende estabelecer parcerias para uma forte Rede de Proteção nacional ao público feminino passivo dos mais diversos tipos de violência e isso passará pela assistência em várias especialidades.

Para Lucia Bessa é premente que se tenha no país políticas públicas eficientes e específicas para mulheres respeitando-se as especificidades de cada uma delas, ou seja ter um olhares diferenciados  para as negras, quilombolas, indígenas, ribeirinhas, camponesas, com deficiências, e as que estão em situações de vulnerabilidades. Ela acredita que são ações afirmativas que podem afastar, inclusive as mulheres jovens das drogas e atos ilícitos. Sobre sua ótica é possível uma mudança que proporcione para as mulheres condições de uma nova vida, ou seja, a possibilidade de muitas ressignificarem a própria existência, a exemplo daquelas que tem relacionamentos tóxicos e violentos.


 

Lucia Bessa é da opinião que o  Estado democrático de Direito só se sustenta com cada um fazendo a sua parte. Tem deixado claro que a vida não é fácil, mas se luta com amor, compromisso e comprometimento é possível alcançar o sucesso. Ela lembra que quando foi subsecretária teve sobre a sua responsabilidade, dentre tantos compromissos, o gerenciamento de 01 Casa Abrigo, 04 Centros Especializados em Atendimento às Mulheres (Ceam’s) e 09 Núcleos de Atendimento à Família e Autores de Violência Doméstica (Nafavd) e 02 unidades de atendimento móvel à Mulher do Campo e Cerrado. Além de administrar o disque direitos humanos da mulher, no número 156, opção 6 e a Casa da Mulher Brasileira, enfatizou. Dentre o que defende para os jovens e adolescentes está a  educação que previne a violência.
Na sua ótica, seria muito relevante  discutir a Lei Maria da Penha e outras legislações afirmativas para dentro do ambiente escolar.

SOBRE LÚCIA BESSA

É advogada militante, especializada no Direito das Mulheres.  Formada em Direito pelo UniCeub, Pós graduada em Direito do Trabalho pelo UNICEUB; Pós Graduada em Metodologia e Didática para o Ensino Superior pela Universidade Católica de Brasília. É Especialista em Gestão Publica; Especialista em Combate e enfrentamento a todas as formas de Violência contra as Mulheres e Pessoas Idosas; Palestrante e conferencista na área de Política Publica, combate a Violência contra Mulheres, crianças e adolescentes, pessoas idosas, população LGBTIQ+. É presidente do Conselho de Desenvolvimento de Taguatinga; Presidente do Instituto Viva Mulher – Direitos e Cidadania e Coordenadora da Condição de Gênero, do Fórum de Mulheres do Mercosul. Defensora dos direitos humanos. Representa a ABMCJ – Associação de Mulheres de Carreira Jurídica, como Conselheira Titular, no Conselho de Direitos da Mulher do DF, é presidente da Comissão de Combate a Violência Familiar, da Subseção OAB Taguatinga, e foi  subsecretária de Políticas para Mulheres do Governo de Brasília, em 2016/2017.


Na BPW Brasília tem sido muito colaborativa, se empenhando para ajudar a inscrever a BPW Brasil como membro do Observatório de Gênero e Equidade e Equidade do Tribunal Superior Eleitoral visando acompanhar as eleições 2020.

Muitos foram os reconhecimentos que Lúcia Bessa recebeu por seu trabalho em prol das mulheres. Manifestações públicas que chegam como forma de legitimação a tudo que faz de forma, muitas vezes de forma voluntária, por acreditar numa sociedade mais justa e igualitária, sustentada num plano de paz. Dentre as condecora coes ela recebeu a mais alta comenda que o Estado confere a uma cidadão e cidadã; o Título de Cidadã Honorária de Brasília, outorgado pela Câmara Legislativa do DF; o Prêmio Neide Castanha de Direitos Humanos, pela Câmara Legislativa do DF; o I Premio Religare, pelo combate à Intolerância Religiosa, da Câmara Legislativa do DF.

 

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