Jornal Rosa Choque
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Sobre o Jornal Rosa Choque

     Em maio de 1997 a empresa Studio Press Comunicação e Editora, que hoje comemora 28 anos de fundação, deu início a pavimentação do caminho para a chegada ao Portal Rosa Choque, criando o primeiro jornal exclusivamente dirigido ao público feminino em Mato Grosso, que em um mês de veiculação tornou-se também o primeiro jornal a entrar internet, em nível local.
   Integraram a primeira diretoria Sueli Batista dos Santos, que idealizou o produto; Mariza Bazo e Márcia Izidoro Pereira. Da sua primeira equipe, constam os profissionais: Shoelly Rezende, Sérgio Édson e Marcondes Silva. Foram os primeiros clientes: N... Art's Galeria, Dress , La Belle Femme , Só Gestante, Bambolê , Brilho's , Alphasystem, Mandráguras , Sayô Presentes  e Gráfica Multicor.
   O jornal ingressou no universo online via projeto da empresa Web Division, que tinha na diretoria o jovem empreendedor Ronaldo Moisés Nadaf, responsável pelo contato inicial com Sueli Batista, que ficou fascinada com a ideia.
   O Diário de Cuiabá tem o registro do pioneirismo da Studio Press, com o Jornal Rosa Choque, pois publicou no seu suplemento Diário Online, uma matéria especial, com o título de capa “A Força Rosa na WEB”, onde destacou o pioneirismo na matéria central; Rosa Choque, o primeiro jornal on line de Mato Grosso . Num dos trechos o jornalista disse: “Para o desespero dos machões de plantão, este site nada mais, nada menos é do que o primeiro jornal de Mato Grosso a entrar na internet. Isso mesmo meu caro, uma publicação voltada para o público feminino e produzida por uma equipe de cinco, adivinhe, só mulheres, foi a pioneira no mundo virtual em nosso estado”.

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Dentre os destaques do Rosa Choque, ao longo de sua história, registram-se: 
• Capa e entrevista com Maria de Arruda Muller, uma das primeiras mulheres a ocupar uma cadeira na Academia Mato-Grossense de Letras, ela participou da fundação do primeiro órgão da imprensa feminina, a Revista A Violeta, que veiculou por 34 anos, e completa neste ano seu centenário. Maria Muller, aos 102 anos de vida, recebeu o troféu Rosa Choque, no ano 2000, como a mulher do século.

• Capa e entrevista  com a cantora e compositora  Rita Lee, autora de Cor de Rosa Choque, composição que tornou-se um hino para as mulheres e serviu de inspiração para o novo veículo de comunicação

• Matéria de página central enfocando o comando rosa-choque no jornalismo, evidenciando que em Cuiabá, no final dos anos 90 a imprensa  tinha no comando as mulheres. Na época, elas eram maioria nas emissoras TV Centro América, TV Brasil Oeste e TV Cidade Verde, inclusive em cargos de direção. No Jornal Gazeta Mercantil tinha uma equipe de oito profissionais, sete mulheres.

• Criação do Congresso da Mulher no Terceiro Milênio

• Contribuição para a articulação de fundação da ONG Feminina (Business Professional Women - BPW Cuiabá, no ano de 2001, desde então tem difundido a organização em níveis local, nacional e internacional.

• Descobriu, através da reportagem, a mulher mais velha do mundo em Cuiabá, Ana Martinha da Silva, que passou a ser amparada pelo governo.

• Inseriu na capa, em várias edições, as vencedoras das etapas local e nacional do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, estimulando assim, a difusão de matérias sobre o empoderamento e empreendedorismo feminino.

• Em suas capas mulheres que marcaram época pelo pioneirismo. A primeira Ministra da Mulher, Emília Fernandes, a primeira mulher coronel da Polícia Militar de Mato grosso,Lilian Tereza Vieira de Lima.

• Em suas capas mulheres que marcaram época pelo pioneirismo. A primeira ministra da mulher, Emília Fernandes, a primeira mulher coronel da Polícia Militar de Mato Grosso, Lilian Tereza Vieira de Lima; a primeira mulher senadora de Mato Grosso, Serys Slhessarenko; a primeira mulher a presidir a Academia Mato-Grossense de Letras, Nilza Queiroz.

• O ingresso de Zilda Zompero, diretora da EletroFios e profissional na área de Lighting Designer, como colunista.

• Em 2016, um novo marco, a união com os jovens profissionais: Natália Darini, Diogo Lara e Heronilton Jr, visando transformar o site do jornal, no Portal Rosa Choque, projeto desenvolvido pela empresa Webflavia.