Jornal Rosa Choque
Publicidade

Cuiabá - MT, 05-06-2020 às 20:53

Consumidora é condenada em ação proposta contra Supermercados Comper 

A cliente foi condenada a pagar uma multa, as custas processuais e honorários advocatícios,

| Creditos: Divulgação

Nesta semana o supermercado Comper ganhou a ação judicial requeria por Maria Jose de Barros e Silva, por danos material e moral, que tramitava no Juizado Especial Cível do Jardim Glória de Várzea Grande. Ela foi condenada ao pagamento de uma multa de 9% (nove por cento) sobre o valor da causa (R$ 15.000,00), a ser corrigida até a época do seu efetivo pagamento, além das custas processuais, bem como, dos honorários advocatícios, no montante de R$ 1.000,00 (hum mil reais), nos termos do artigo 55 da Lei nº 9.099/95. De acordo com o que consta nos autos Maria Jose de Barros e Silva, intencionalmente, distorceu a realidade dos fatos no intuito de induzir ao erro para, consequentemente, obter vantagem indevida, o que demonstrou uma atitude de deslealdade processual, caracterizando-se a manifestação inaugural como sendo a materialização de sua má-fé. Ressalta-se que o advogado Dr. Manoel Coelho e sua equipe, da rede Comper de Supermercados, esteve à frente do caso, e atuou com muita habilidade.

Vale  lembrar que o fato ocorreu no dia quatro de fevereiro de 2019, quando Maria Jose de Barros e Silva utilizou o caixa eletrônico de uma das unidades Comper e caiu no golpe da ‘troca do cartão’. Ela foi enganada pela ação de terceiros estelionatários, um dos suspeitos não só confessou para a autoridade policial a prática do crime patrimonial, como também, esclareceu que estava no caixa eletrônico e, juntamente com o seu comparsa, distraiu a vítima, vindo a realizar a troca dos cartões. Não houve qualquer ação ou omissão por parte da empresa que informou que somente fornece o espaço físico para a instalação dos Caixas Eletrônicos Banco 24h, bem como, que não dispõe de qualquer funcionário habilitado para operar tais máquinas. No dia que ocorreu o fato, Maria Jose de Barros e Silva não formalizou reclamação ou solicitou filmagens das câmeras de segurança ao Comper, comprometendo a veracidade das suas alegações na época dos fatos, tendo somente ingressado com a demanda judicial em face desta empresa após ter obtido improcedência em ação contra o Banco Itaú, tendo alterado a narrativa fática entre a primeira ação proposta contra a instituição financeira e a segunda em face do Supermercado Comper induzindo o juízo a erro.

Conforme fundamentação da Magistrada que prolatou a sentença Dra. Viviane Brito Rebello Isernhagen, "condutas como a incorrida pela Reclamante (ou seja, ajuizando ações contra empresas distintas e o pior, distorcendo convenientemente em seu favor a realidade fática), onde o único intento é o lucro fácil, por meio da violação da boa-fé contratual e processual, têm abarrotado os juizados especiais de processos, retardando o julgamento de causas legítimas e onde as partes mais necessitam da efetiva prestação da tutela jurisdicional, razão pela qual, devem ser devidamente combatidas."

A Rede Comper de Supermercado atua no estado de Mato Grosso há mais de 40 anos gera milhares de empregos diretos, contribui com o desenvolvimento do Estado e oferece para os seus clientes conforto e produtos de qualidade.

Deixe seu comentário!

O Jornal Rosa Choque não se responsabiliza pelos comentários aqui postados. A equipe reserva-se, desde já, o direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional, inseridos sem a devida identificação do autor ou que sejam notadamente falsos, também poderão ser excluídos.

Lembre-se: A tentativa de clonar nomes e apelidos de outros usuários para emitir opiniões em nome de terceiros configura crime de falsidade ideológica. Você pode optar por assinar seu comentário com nome completo ou apelido. Valorize esse espaço democrático Agradecemos a participação!

Todos os campos marcados com é de preencimento obrigatório.