Jornal Rosa Choque
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Cuiabá - MT, 17-11-2019 às 06:31

Ela fatura com e-commerce de roupas infantis personalizadas

A Ninho Z, loja de roupas infantis personalizadas da empreendedora Wanessa Carvalho, atende 70% do seu público pela internet

Para imprimir suas características no negócio, Wanessa buscou o auxílio do Sebrae | Creditos: Pexels

Wanessa Gomes Carvalho estudou administração antes de se tornar uma empreendedora de sucesso. Hoje ela tem um ateliê de roupa infantil temática, a Ninho Z. “A gente trabalha com peças de 0 a 10 anos. Produzimos peças personalizadas aqui no ateliê e nosso foco são as produções que a gente desenvolve de acordo com o tema da festa da criança”, conta.

Insatisfeita com o trabalho dentro de empresas convencionais, a administradora decidiu empreender. “Eu me considero uma pessoa criativa, gosto de criar coisas, produtos, e a única maneira de eu conseguir fazer isso foi conquistando a minha própria empresa.

Além disso, queria conduzir uma empresa da maneira que eu acredito, com os meus valores e com os meus conceitos”, complementa.

Para imprimir suas características no negócio, Wanessa buscou o auxílio do Sebrae.  “O Sebrae tem um papel fundamental em toda a minha carreira. Há mais ou menos 15 anos tenho contato com o serviço”, ressalta. Dessa vez não foi diferente. Wanessa já começou seu negócio querendo fazer algo diferente, vender pela internet. Foi quando ela contou com a ajuda do Sebraetec. “Foi por meio do Sebraetec que eu consegui criar meu próprio site, o que ajuda muito no crescimento da percepção da minha marca. O site é um canal de vendas para mim, e eu só conseguiria fazer isso realmente com ajuda do Sebrae”, enfatiza.

Hoje a empreendedora tem mais de 70% de seu faturamento advindos de produtos e serviços on-line. Segundo Wanessa, o papel do Sebrae foi fundamental na inovação tecnológica de seu negócio, pois 70% de suas vendas acontecem via site, aplicativos de mensagens ou redes sociais (whatsapp e Instagram). Por isso, ela acredita que ter um site próprio deu credibilidade e facilitou a transação com o cliente.

Segundo Wanessa, sua experiência com o Sebrae e o Sebraetec foi funcional. Hoje ela tem uma pequena loja física, mas ressalta que prefere vender via internet. Poucos clientes vão até a loja física.  “Eu me considero um case de sucesso. Costumo brincar que eu comecei do ‘menos um’, não foi nem do zero. Tinha apenas uma ideia, nenhum capital para investir e hoje, com muita força, vontade e auxílio de empresas como o Sebrae, posso ter um comércio on-line, sem fronteiras. Posso abusar da minha criatividade e tirar meu sonho do papel”, finaliza.

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