Jornal Rosa Choque
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Cuiabá - MT, 11-12-2019 às 09:46

Terceira idade voa no Ballet Fly

Todas elas foram atraídas pelos desafios do Ballet Fly, uma modalidade que mistura dança com acrobacias aéreas do circo

Sim, é possível voar com o Ballet Fly na terceira idade! | Creditos: Divulgação

Elas chegaram aos 60 anos ou estão quase lá, mas só agora descobriram que podem voar. O ventinho nos rostos, o colorido dos tecidos e o balancê, acompanhados dos pliês e jetês, que dão ritmo a lindas figuras. É unanimidade: todas elas foram atraídas pelos desafios do Ballet Fly, uma modalidade que mistura dança com acrobacias aéreas do circo.

Vera Lúcia Guimarães, 67 anos, sempre praticou atividades físicas. Fazia o tradicional, academia e caminhadas em parques. Mas ao longo do tempo se deu conta de que era hora de buscar um diferencial na sua vida, que também a desafiasse. Na internet, se deparou com um vídeo lindo, que chamava a atenção pelas cores dos tecidos e a alegria das alunas que praticamente voavam. “Nossa, eu não consegui controlar minha felicidade. Era aquilo o que eu estava procurando. E na mesma hora eu entrei em contato com o estúdio do Ballet Fly e marquei uma aula experimental. Aí foi amor à primeira aula. É claro que no início deu um friozinho na barriga ao ficar de cabeça para baixo e se movimentar pelos tecidos, mas eu amei as aulas”.

Atualmente, Vera pratica o Ballet Fly duas vezes por semana. “A cada aula é uma superação. Agora estou me sentindo muito mais segura. Potencialmente, estou adquirindo muito mais força muscular, equilíbrio físico e emocional”, conta.

A arquiteta Maria Isabel Gijón do Nascimento, de 55 anos, também não pensou duas vezes ao ver um vídeo do Ballet Fly na internet. “Achei que poderia ser delicioso ficar me balançando e flutuado”, conta a aluna que hoje faz aula uma vez por semana para ganhar flexibilidade e força nas pernas e braços. “Conheci uma atividade física prazerosa, desafiadora e me sinto orgulhosa de poder ‘virar de cabeça para baixo’ e mostrar para os amigos”, comemora.

Irene Elizabeth Gonçalves dos Santos, funcionária pública aposentada, 67 anos, defende que o limite está na cabeça de cada um e não na condição física ou idade. Ela iniciou a atividade para aumentar o seu repertório de movimento, como foi aconselhada pelo professor de natação. “Essa é uma modalidade que reúne várias técnicas ao mesmo tempo como por exemplo:  mobilidade, resistência, força, equilíbrio e alongamento, além de ser lúdica”, explica.

Aos 59 anos, a arquiteta Diana Teresa Di Giuseppe, diz que está empolgada com as aulas de Ballet Fly e que pretende incluir a modalidade em mais dias da semana. Para ela, além dos benefícios físicos, a diversão e o desafio são os principais fatores que a motiva. “As razões para a prática são muitas, é uma atividade divertida e desafiadora que trabalha vários aspectos de modo integrado, como força, resistência, flexibilidade, postura, concentração e consciência corporal. Estou mais animada para a prática de exercícios. Me sinto mais fortalecida e percebo alguma mudança na minha postura”.

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