Jornal Rosa Choque
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Cuiabá - MT, 22-09-2019 às 06:12

Literatura regional é presenteada com "Agudas ou Crônicas?"

Agudas ou Crônicas? – obra da multifacetada escritora, Marília Beatriz de Figueiredo Leite, não propõe uma dúvida, mas provoca o leitor, ofertando-lhe possibilidades de escolha na ordenação da leitura.

Marília Beatriz de Figueiredo Leite, autora de "Agudas ou Crônicas?". | Creditos: Divulgação

O mar de Marília Beatriz  transborda nos versos de  "Agudas ou Crônicas?"   livro de poesias   que tem lançamento marcado para o dia 14 de setembro, às 19 horas, na Feira Gaia- Avenida São Sebastião, 2309 B. A obra tem a chancela da Editora TantaTinta/Carlini & Caniato .

Segundo os editores, a obra ao contrário do que se pode imaginar, o título indagativo – Agudas ou Crônicas? – não propõe uma dúvida, mas provoca o leitor, ofertando-lhe possibilidades de escolha na ordenação da leitura, pela estrutura bipartida entre situações vivenciadas e um desfile alegórico de seres-personagens – protagonistas, coadjuvantes, irrelevantes (e até acessórios) – num palco imaginado. É uma escrita que pulsa, (im) pulsionada. Ao registrar as impressões que marcaram sua alma e seu corpo poético, a autora ressignifica-as, deixando ao leitor a árdua tarefa de decifrar a enigmática Esfinge”.

No convite feito para o lançamento é destacado:  "livro de afetados e afetivos: atravessadores e atravessantes que seguem pelos versos num grande baile de carnaval-festa esta, narrada por Marília. O que cabe neste trajeto que começa questionando a nostalgia  e termina num silêncio agudo e crônico?

Marília, por Caio Augusto Ribeiro

Escrevi uma frase sobre Marília para um jornal: “marília, marília, Marília. Cada encontro é uma explosão, uma expansão, um expulso para dentro de tudo aquilo que engolimos. Não andamos a beira do abismo, caímos em queda livro.” Marília três vezes que é para MATERializar. Resgato e reforço esta frase, pois ela cabe à ocasião.

“Agudas ou Crônicas?” é o percurso que marca pessoas, personas, fantasmas, sintomas e toda a sorte de caminhantes que cruzaram e, portanto, se afetaram, com uma borboleta esvoaçante. Livro de afetados e afetivos: atravessadores e atravessantes que seguem pelos versos num grande baile de carnaval – festa esta, narrada inteiramente por Marília. O que cabe neste trajeto que começa questionando a nostalgia e termina num silêncio agudo e crônico? Quais marcas marcam o sagrado secreto ou o profano escancarado do verso? Esse livro se oculta numa mocidade onírica e se permite permear e saborear um tema de cada vez – e é esse o grande truque! O livro é um desfrutar a cada instante... de todos os sabores! E é por isso que não deve ser lido com olhares distraídos para a poesia que parece mel, mas com olho vivo e faro fino para os traços delgados escondidos em cada palavra.

Marília caminha pelo tempo e o espaço e questiona sonhos - muda a realidade do passado com os ensinamentos do verso presente. E é isso que o livro é: um presente que marca para sempre um passado fértil e saboroso, enquanto também, um futuro de sonhos e banquetes. 

Sobre Marília Beatriz de Figueiredo Leite

Professora fundadora da UFMT, adjunta nível IV; mestre em Comunicação e Semiótica, pela PUC-SP. Ocupa a cadeira nº 2 da Academia Mato-grossense de Letras. Publicou O mágico e o olho que vê (Edufmt, 1982); De(Sign)Ação: arquigrafia do prazer (Annablume, 1993) e Viver de véspera (Carlini & Caniato, 2018).

Ficha técnica do livro

Edição: 1ª  •  Ano de publicação: 2019  •  Tamanho: 13,8 x 20,8 cm.  ISBN:  978-85-8009-257-8 • Número de páginas: 112Gênero: Literatura / Poesias

Contatos

Editora TantaTinta/Carlini & Caniato
(65) 3023-5714/5715

comercial@tantatinta.com.br
www.carliniecaniato.com.br

 

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