Jornal Rosa Choque
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Cuiabá - MT, 16-07-2019 às 06:22

Qual a diferença entre “o brincar” e “o jogar”

Artigo acadêmico produzido pela universitária Elieth de Araújo

| Creditos: PixaBay

“O brincar” é livre e não depende de outras pessoas para que a criança em seu momento de concentração crie situações e possibilidades no seu mundo imaginário usando seu tempo, espaço e seu corpo sendo protagonista de suas brincadeiras.

Segundo Macedo (2005): Brincar é fundamental para o nosso desenvolvimento; todas as crianças brincam se não estão cansadas, doentes ou impedidas; brincar é envolvente, interessante e informativo.
Esses momentos de brincadeiras são essenciais para o desenvolvimento físico e psicológico e quando assistidos por professores com algumas intervenções didáticas de forma discreta, essa brincadeira tem um resultado de aprendizado positivo.

Por si só brincar é encantador, divertido e livre de regras.

“O jogar” é uma proposta que nos ajuda enquanto professores a ensinar, educar e avaliar seus alunos de maneira mais agradável, pois nos jogos existem regras que devem ser respeitadas e exige concentração, habilidade demostrando também o seu potencial. Dessa forma o professor pode alcançar o objetivo de conhecê-los melhor ajudando-os em suas dificuldades e orientando-os quando necessário.

Jogos clássicos são interessantes nessa fase do aprendizado, porém devemos estimulá-los a fazê-los com materiais recicláveis passando à eles conceitos de que são capazes de fazer para ter sem a necessidade de comprar, incentivando a criar seus próprios jogos.Para Piaget (1975), o jogo é um meio poderoso para a aprendizagem tanto da leitura como do cálculo ou da ortografia.


*Elieth de Araújo, formada em Letras pela Universidade Braz Cubas e cursa atualmente Pedagogia, na mesma instituição.

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