Jornal Rosa Choque
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Cuiabá - MT, 19-05-2019 às 02:47

Elza Biancardini e Elza Nigro duas referências de mulheres que fizeram por Cuiabá

Nesta edição mais duas representantes da Mostra Cultural: 300 Mulheres - Letras, História e Equidade, projeto da Academia Mato-grossense de Letras, coordenado pela juíza Amini Haddad, membro da cadeira 39 da  AML.

Elza Emilia Fortunato Biancardinie e Elza Duarte Monteiro Nigro | Creditos: Divulgação/arquivo Projeto 300 Mulheres

Elza Emilia Fortunato Biancardini deixou seu nome marcado de forma indelevel como uma das maiores banqueteiras de Cuiabá; e Elza Duarte Monteiro Nigro,  que teve seu nome ligado as causas humanitárias e a cultura cuiabana. Duas mulheres que fazem parte da história de Cuiabá 300 anos.

Segue o resumo de suas histórias que integraram a  Mostra Cultural: 300 Mulheres - Letras, História e Equidade, projeto da Academia Mato-grossense de Letras, coordenado pela juíza Amini Haddad, membro da cadeira 39.

ELZA EMILIA FORTUNATO BIANCARDINI

Nasceu em Campo D’Ourique(03/10/1928). Faleceu em Cuiabá (14/04/2017). Foi exímia bordadeira e suas peças eram vendidas na Casa Alberto. Posteriormente, começou a praticar a culinária,arte herdada de sua mãe, produzindo tortas para as amigas e, mais tarde, servindo o Clube Dom Bosco. Seu buffetpassou a ser requisitado em aniversários, casamentos, eventos solenes, bem como por diversas autoridades,servindo, inclusive, o Papa João Paulo II, quando de sua visita à Cuiabá. Elza Biancardinifoi a primeira banqueteira da capital. Como homenagem,o restaurante popular recebeu seu nome, sendo inaugurado como Restaurante Elza Fortunato Biancardini. (Informações: Neila Maria de souza Barreto. Foto: reprodução ReporterMT).

ELZA DUARTE MONTEIRO NIGRO

Nasceu em 30/06/1911. Faleceu em 20/03/1989. Sua vida foi dedicada às causas humanitárias, ajudando e auxiliando pessoas nas mais diversas situações de vulnerabilidade. Amiga e devota do arcebispo Dom Aquino Corrêa, atuou ativamente nas causas e movimentos religiosos de Cuiabá. Tinha grande apreço pelas artes, como música e pintura. Hábil pianista, participou de inúmeros saraus, na companhia de Dona Cidinha e Dunga Rodrigues, contribuindo para o desenvolvimento e disseminação da cultura cuiabana.Era frequentadora da missa da Catedral e sua casa funcionava como ponto de apoio dos padres e religiosos locais. (Informações: Portal MatoGrosso. Foto:acervo pessoal Francisco Chagas)

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