Jornal Rosa Choque
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Cuiabá - MT, 21-07-2019 às 13:15

Dormir só faz bem à saúde em certos horários

XII Congresso Paulista de Neurologia abordará, em sessão exclusiva, o assunto e a necessidade do diagnóstico e tratamento de distúrbios do sono

Além das disfunções que o pouco tempo destinado ao descanso causa, cada vez mais, distúrbios do sono são identificados por especialistas. | Creditos: PixaBay

O Dia Mundial do Sono é comemorado, anualmente, na sexta-feira que antecede o primeiro equinócio do ano. A data é uma iniciativa da Associação Mundial de Medicina do Sono (World Association of Sleep Medicine – WASM). Pretende chamar a atenção de todo o planeta para a importância do sono regular diário, assim como diminuir os problemas relacionados com à privação dele na sociedade. Este ano, o Dia Mundial do Sono se dá em 15 de março.

As horas destinadas ao descanso têm relação direta com aspectos importantes da vida do indivíduo. Questões médicas, educacionais e sociais podem ser imediatamente afetadas pela falta do repouso adequado e de qualidade. Contudo, especialistas advertem: o sono, profundo e necessário, só cumpre suas funções se dormido à noite. A “soneca da tarde”, apesar de prazerosa, em nada se equivale ao estado de adormecimento que o organismo alcança nos momentos mais vespertinos.

Porém, além das disfunções que o pouco tempo destinado ao descanso causa, cada vez mais, distúrbios do sono são identificados por especialistas. O tema, recorrente e essencial nos dias de hoje, receberá sessão exclusiva durante o XII Congresso Paulista de Neurologia, que acontece de 29 de maio a 1° de junho no Guarujá, em São Paulo.

Insônia, apneia, bruxismo, sonambulismo, paralisia do sono e ronco são apenas alguns exemplos dos quase 100 tipos de transtornos existentes. Especialistas explicam que o sono tem quatro fases e cada uma delas é responsável por uma atividade diferente. Desse modo, anomalias e dificuldades em quaisquer dos ciclos podem trazer prejuízos a curto e longo prazo ao organismo.

O debate que se dará no congresso organizado pela Associação Paulista de Neurologia (APAN) será coordenado pela dra. Dalva Poyares e contará com vários especialistas em sono ministrando diferentes aulas. Novas pesquisas sobre o tema serão levadas em conta, reunindo múltiplas informações em um desfecho que inclui diagnóstico e tratamento.
Reafirma-se, então, o objetivo do simpósio de contribuir ativamente para o desenvolvimento científico-prático do neurologista e na melhor assistência aos pacientes.

Este ano, o Dia Mundial do Sono propõe como mote a relação entre sono e envelhecimento. Tal discussão se faz cada vez mais necessária graças à existência de mais e mais sociedades envelhecidas ao redor do Globo. Atualmente, a maioria dos idosos tem queixas frequentes relacionadas a mudanças fisiológicas específicas à doenças que podem causar distúrbios secundários de sono.

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