Jornal Rosa Choque
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Cuiabá - MT, 22-07-2019 às 23:38

Ana Luiza da Silva Prado Bastos, teve efetiva participação nas obras de cunho social, cultural, e filantrópico

A Mostra Cultural: 300 Mulheres - Letras, História e Equidade, projeto da Academia Mato-grossense de Letras, coordenado pela juíza Amini Haddad, membro da cadeira 39 da AML, traz a história de Ana Luiza da Silva Prado Bastos

Nos registros de Ana Luiza da Silva Prado Bastos, uma narrativa literária curta de abordagem romântica, num estilo leve, singelo e emotivo. | Creditos: Divulgação/arquivo Projeto 300 Mulheres

Verbete escrito por Yasmin Jamil Nadaf

Ana Luiza da Silva Prado Bastos  nasceu em Cuiabá/Mato Grosso, em 24 de agosto de 1898, onde faleceu em 7 de março de 1986. Exerceu o magistério em Cuiabá, em Três Lagoas e em Campo Grande.

Em 1923, ao se casar com o escritor e jornalista Clodomiro de Oliveira Bastos, mudou-se para Campo Grande, onde, em 1935, fundou a Escola Primária Barão de Melgaço, contribuindo para o desenvolvimento da sociedade. Dela foi a única proprietária até o final da década de 1960.

Teve efetiva participação nas obras de cunho social, cultural, e filantrópico nas cidades em que residiu. Foi Tesoureira do Centro Matogrossense de Letras (atual Academia Mato-grossense de Letras), na década de 1920, e uma das fundadoras do Grêmio Literário Júlia Lopes.

Não tem obra editada, e seus escritos foram impressos nos jornais e revistas de sua região, como: A Violeta e Revista da Academia Matogrossense de Letras, de Cuiabá, e nos jornais Folha da Serra e O Jornal, de Campo Grande. Em A Violeta publicou uma narrativa literária curta de abordagem romântica, num estilo leve, singelo e emotivo.Nos periódicos que escreveu, assinou com os pseudônimos Zilah Donato e Delorme Vaz, além do nome real. Em sua homenagem, a Prefeitura de Cuiabá criou uma Escola com seu nome.

SOBRE O PROJETO

A mostra,   "300 Mulheres: Letras, História e Equidade",   que será realizada no dia 14/03, a partir das 18h, na Casa Barão de Melgaço- Cuiabá/MT, é uma  iniciativa da Academia Matogrossense de Letras.O  pioneiro projeto, foi desenvolvido por Dra. Amini Haddad, Membro da AML (cadeira 39), Juíza de Direito e Professora da UFMT, Dimensiona   amostras DE VÁRIAS CRIAÇÕES DE MULHERES: A arte, shows com grandes vozes femininas, apresentações culturais, amostras de pesquisas científicas da atualidade, inclusive lançamento de livros, na  produção  de nossas valorosas mulheres, farão parte do evento.

Ao mesmo tempo, o projeto dá visibilidade pública às mulheres que auxiliaram no desenvolvimento da nossa capital, nesses 300 anos de existência. São mulheres que atuaram nas mais diversas áreas e foram referências/inspiração, por seus exemplos de vida, em benefício da comunidade. Muitas delas alçaram voos altíssimos em representação nacional e internacional. "Um momento ímpar, para um rico diálogo público, entre o passado e o presente, na expressão de vida das mulheres".

Poderão ser apreciadas no evento  as mais diversas produções decorrentes da criatividade feminina (música, estilos, produções em livros, revistas, artesanatos e várias surpresas especialmente catalogadas para essa data especial (no mês comemorativo do Dia Internacional da mulher e nos trabalhos concernentes às vésperas dos 300 anos de Cuiabá-MT.

 

PARCERIA

Prefeitura Municipal de Cuiabá

APOIOS
1.Governo do Estado 
2.Tribunal de Justiça 
3. Fundação Escola Superior do Ministério Público,MP-MT
4. BPW Cuiabá-MT 
5. Portal Rosa Choque 
6. La Marc interiores
7. UNEMAT
8. UFMT

9. Núcleo de Estudos Científicos sobre as Vulnerabilidades - Faculdade de Direito da UFMT

 

Prefeitura Municipal de Cuiabá

APOIOS
1.Governo do Estado 
2.Tribunal de Justiça 
3. Fundação Escola Superior do Ministério Público,MP-MT
4. BPW Cuiabá-MT 
5. Portal Rosa Choque 
6. La Marc interiores
7. UNEMAT
8. UFMT

9. Núcleo de Estudos Científicos sobre as Vulnerabilidades - Faculdade de Direito da UFMT

Fonte:

NADAF, Yasmin Jamil. Sob o signo de uma flor. Estudo de “A Violeta”, publicação do Grêmio Literário Júlia Lopes - de 1916 a 1950. Rio de Janeiro: Sette Letras, 1993.

Foto acervo pessoal Yasmin Jamil Nadaf.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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