Jornal Rosa Choque
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Cuiabá - MT, 26-03-2019 às 20:22

Alocação de profissionais: novo tsunami no mercado de trabalho

| Creditos: PixaBay

O mercado deterceirização e outsourcing está profundamente aquecido. De acordo com dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, 22% dos trabalhadores formais são terceirizados - e a expectativa é que este número aumente cada vez mais nos próximos anos. Para ter ideia, somente na primeira metade do ano, muitas empresas sondaram esta modalidade decontratação, fato este reforçado pelas alterações na legislação em 2017: a Lei da Terceirização (13.429) – da contratação de terceirizados até mesmo para a atividade-fim das empresas – e Reforma Trabalhista (13.467).

Ivan Panicio, diretor comercial da Ewave do Brasil para São Paulo e Região Sul, observou este fato dentro de diversas empresas parceiras da Ewave:

“Há dentro destas companhias de tecnologia aqueles profissionais que devem ser internos, que é  o cuore business, mas existem funções que podem ser terceirizadas e que trazem benefícios para os negócios. Acompanhei bem de perto o caso de um gerente de tecnologiade uma grande empresa que tentou internalizar todos os funcionários, mas percebeu queesta movimentação não compensa financeiramente. O resultado foi que esta companhia teve perda e hoje, um terço da equipe é formada por mão de obra terceirizada” exemplifica.
 

Setor só cresce

O especialista da Ewave explica que o mercado está superaquecido e existe um processo lícito de circulação destes profissionais, que são muito assediados. Para as empresas, não vale a pena ter este pessoal em sua folha de pagamento pois, ao contratar vai inflacionar ainda mais o mercado -  que vai sair perdendo:

“É neste gap de mercado que as empresas precisam encontrar quem cuide da terceirização, com um  braço de recrutamento especializado que consiga fazer uma boa negociação para baixar este custo do profissional.  A ideia é que as companhias encontrem um parceiro quecontrate o profissional de tecnologia ideal, entregue alguém de  qualidade arcando com todos os custos e riscos. Há essa segurança de que vai ter um bom profissional que, se sair, será recolocado.” completa Ivan.

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