Jornal Rosa Choque
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Cuiabá - MT, 19-01-2019 às 07:35

Como se proteger do câncer de pele no verão?

Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica dá dicas de como se proteger do câncer de pele

| Creditos: PixaBay

O verão está chegando e é possível aproveitá-lo ao máximo sem descuidar da saúde. Pensando nisso, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) reuniu algumas orientações simples que podem reduzir os riscos de desenvolver o câncer de pele ao longo da vida. Veja abaixo como se proteger.

 

Sol não é inimigo, mas cuidado deve ser levado a sério

Tomar sol é um hábito saudável, que contribui para o desenvolvimento ósseo e o bem-estar. No entanto, a exposição acumulada aos raios de sol é um fator de risco para o câncer de pele, que pode ser carcinoma ou melanoma. O melanoma é o menos frequente, porém o mais agressivo, apresentando uma alta taxa de mortalidade. Segundo o Dr. Rodrigo Munhoz, diretor da SBOC, a boa notícia é que se ele for identificado em estágio inicial, as chances de cura são altas.

Para evitar os prejuízos causados pelos raios UV sobre a pele, a SBOC recomenda o uso de protetor solar de fator 30 ou mais em toda exposição à luz do sol. O uso deve ser mais frequente se a exposição acontecer entre 10h e 16h e se a pessoa tiver pele mais clara. Nesses casos, bonés e camisetas podem ser aliados na proteção. Ao praticar esportes ao ar livre, uma pausa para reforçar a proteção pode fazer a diferença.

 

Atenção redobrada com crianças e jovens

Dr. Munhoz reforça que a preocupação com a saúde da pele deve ser ainda maior com crianças, adolescentes e jovens adultos. “Muitos casos de melanoma estão relacionados à exposição solar excessiva e inadequada repetidas vezes. Por isso, é fundamental que passar protetor solar se torne um hábito diário desde o início da vida”, comenta.

 

Cuidado com a pele inclui acompanhamento médico ao longo do ano

Além da proteção diária a raios UV e UVA, as pintas no corpo podem indicar que algo está errado. “É preciso ficar atento ao surgimento de novas manchas na pele ou a alterações em manchas já existentes, como modificações de cor e de tamanho. Se isso acontecer, é recomendável procurar um dermatologista para que se faça o diagnóstico correto e encaminhe o paciente a um oncologista, se necessário”, reforça Dr. Munhoz. A prevenção pode ser feita seguindo a regra “ABCDE” para avaliar as pintas e manchas:

 

  1. Assimetria: Atenção às pintas assimétricas.
  2. Bordas irregulares: Pintas inofensivas geralmente têm bordas uniformes.
  3. Cor: Observe com mais atenção aquelas que mudam de cor ou que apresentam cores inusitadas como as brancas, cinzas, vermelhas ou azuis.
  4. Diâmetro: Atenção às pintas maiores no corpo.
  5. Evolução: Acompanhamento contínuo para checar se houve mudanças de tamanho, forma ou cor nas pintas já existentes.

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