Jornal Rosa Choque
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Cuiabá - MT, 12-12-2018 às 20:53

Prêmio VIVA vai reconhecer iniciativas em defesa da mulher

Premiação visa reconhecer pessoas atuantes no enfrentamento das violências contra as mulheres. Público pode participar da votação final até o dia 16 de novembro

| Creditos: PixaBay

No Brasil, a cada dois segundos, uma mulher é vítima de alguma forma de violência. Atentos a essa realidade, a revista Marie Claire e o Instituto Avon anunciam o Prêmio VIVA, que vai reconhecer e premiar pessoas que atuam para mudar essa realidade. O resultado será anunciado no próximo dia 22, no Palácio Tangará, em São Paulo.

“O Prêmio Viva foi criado para dar voz às mulheres. Queremos mostrar que violência não é só física. Um relacionamento abusivo e a não equidade salarial entre mulheres e homens que exercem a mesma função, por exemplo, também são formas de violência. Com esse prêmio queremos levantar a discussão e alertar a população”, explica Laura Ancona Lopez, diretora de redação da Marie Claire.

Aberta ao público, a votação para as sete categorias (saúde; sociedade civil; revendedoras Avon; segurança; justiça; autonomia econômica e empreendedorismo; e Eles por Elas -- representante do sexo masculino com atuação expressiva no assunto) acontece até 16 de novembro na internet.

“Há 10 anos atuamos no fortalecimento e integração da rede de proteção à mulher em situação de violência. Este ano, a parceria com a Marie Claire chega para que possamos ampliar as vozes das mulheres e promover mudanças. Reconhecer pessoas que trabalham, diariamente, para promover proteção e prevenção é fundamental para que possamos continuar construindo uma sociedade em que as mulheres sejam capazes de viver relacionamentos saudáveis”, destaca Daniela Grelin, Diretora Executiva do Instituto Avon.

A premiação promete um roteiro cheio de atrações impactantes a fim de despertar o público para a importância do tema. Entre as atrações confirmadas estão Elza Soares, Paula Lima e Karol Conka, além do discurso de grandes mulheres atuantes na causa, entre elas a farmacêutica Maria da Penha, símbolo máximo do enfrentamento às violências contra as mulheres, que dá nome à lei que prevê mais rigor nas punições às agressões contra a mulher, sancionada em 2006. “Mais do que apenas entregar estatuetas, queremos impactar as pessoas de uma forma positiva, para que elas saiam da cerimônia com consciência e querendo fazer a diferença.”, destaca Laura.

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