Jornal Rosa Choque
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Cuiabá - MT, 20-09-2019 às 23:23

Fica a critério dos pais estabelecerem o momento certo de colocar o brinco na criança

Não existe nenhuma contraindicação médica para a realização do furo de orelha em recém-nascidas, desta maneira fica a critério dos pais estabelecer o momento correto para fazê-lo.

O brinquinho lindo que a bebê ganhou de presente dos padrinhos não é o ideal no procedimento de furar a orelha | Creditos: shutterstock

        Diferente do que se diz no senso comum, recém-nascidos também sentem dor, mesmo que reajam menos que os adultos. Cinthia Calsinski especialista em obstetrícia com mestrado e doutorado em enfermagem explica que a orelha é uma cartilagem, e possui  menos enervações que outras partes do corpo, por isso a dor provocada pelo furo tende a ser menor que a de uma vacina na perna, por exemplo.

        Para aliviar a dor no momento do furo, é primordial que o profissional (enfermeiro obstetra) utilize um anestésico tópico próprio para esse tipo de procedimento, uma espécie de pomada, aplicada uma hora antes. Além da vantagem de ser alguém treinado para fazer tudo de forma bem higiênica, e estéril, um profissional experiente no assunto vai saber furar no ponto certo da orelha, para que o furo fique bem centralizado.

         Cinthia explica que os brincos utilizados são produzidos em aço inox de grau cirúrgico e folheados a ouro 24 K.  São antialérgicos e esterilizados em embalagens lacradas.  Sua fabricação passa por criterioso processo de seleção para que a perfuração ocorra com segurança e perfeição. Pelas regras da Anvisa para furar orelhas, é indicado que o procedimento seja feito com brincos estéreis ou seja, aquele brinquinho lindo que a bebê ganhou de presente dos padrinhos não é o ideal.

          Após o furo, deve-se girar o brinco uma a duas vezes ao dia e após o banho deve-se passar álcool a 70% na orelha e ao redor do brinco, o mesmo que foi utilizado no coto umbilical.

          Sobre Cinthia Calsinski Enfermeira Obstetra

          Cinthia Calsinski é enfermeira obstetra há cinco anos, é preparada para analisar criticamente a situação da paciente e investigar problemas que possam prejudicá-la ou a seu filho, sempre buscando soluções através de diversos métodos científicos, é habilitada para conduzir um parto quando acontece de forma natural, analisar a gestante, verificar contrações, dilatações e demais alterações no funcionamento do organismo feminino no momento do parto, e discernir quaisquer alterações patológicas que possam requerer um atendimento médico especializado. Por meio de consultorias domiciliares, Cinthia prepara a mãe para o parto, amamentação, como lidar com um recéCinthia Calsinski Enfermeira Obstetram-nascido com todos os desafios que ele proporciona, cuidados de higiene, preparo do ninho (ambiente do quarto, disposição de móveis, enxoval, treinamento de babás), curso de primeiros socorros, reciclagem para avós, colocação de brincos em meninas. Tudo na tranquilidade do lar, com hora marcada.

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