Jornal Rosa Choque
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Cuiabá - MT, 20-10-2018 às 09:41

Mãe e filha mostram como empreender em família

Cristina e Marcella Nasser comandam o Ateliê Mãe&Filha, especializado em doces e sobremesas

Marcella e Cristina Nasser, do Ateliê Mãe&Filha: harmonia em família | Creditos: Divulgação: Agência Sebrae de Notícias

ndependentemente do porte da empresa, empreender em família é muito comum entre os brasileiros. Muitas mães e filhos têm se unido para realizar o sonho de serem donos de seu próprio negócio.
Um bom exemplo é o Ateliê Mãe&Filha, em Brasília (DF). Cristina e Marcella Nasser começaram a empreender vendendo brigadeiros.

Em 2010, a ideia surgiu numa noite de reunião na família. A filha adolescente Marcella preparava brigadeiros, canjicas e biscoitos, enquanto a mãe experimentava cada uma das delícias.  “Nesse dia, pensei: ‘por que não fazemos essas gostosuras para vender?’”, relata Cristina.

Nascia então o  ateliê Mãe & Filha, inicialmente, com a venda de brigadeiro no potinho. Hoje, as duas dividem o trabalho de maneira harmônica: Marcella cuida da produção de todas as receitas e Cristina administra o negócio e cuida da apresentação dos produtos.

Já são sete anos de sociedade e uma prova de que é possível empreender em família. Mas, para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, para que a parceria empresarial entre filhos e mães dê certo é preciso muita disciplina e saber separar bem a vida profissional da pessoal. “Gerir um negócio e compartilhar as decisões que vão nortear o rumo da empresa não é tarefa fácil. No entanto, o desafio é ainda maior quando o chefe, o colega ou sócio é a própria mãe ou o filho”, afirma.

O importante nesse tipo de organização é profissionalizar a gestão empresarial para evitar erros básicos, como juntar as contas de casa com as da empresa.  Ao envolver a família é preciso remunerar o funcionário parente como qualquer outro colaborador, de acordo com o mercado e função a ser desempenhada.

Não se deve ainda conceder privilégios ao empregado ou sócio só porque é membro família. “O ideal é cobrar resultados com até mais rigor para dar exemplo aos demais. Sem essas precauções, quem perde é o negócio que fica menos competitivo’, complementa Afif.

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