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Você compra roupas seguras para seus filhos?

A consultora de moda Nathália Brito, dá dicas para não errar na hora de atualizar o guarda-roupa das crianças

Mais do que cores e tendências de moda, é importante prestar atenção nos materiais utilizados na confecção das peças para ter certeza que não oferecem riscos aos pequenos. | Creditos: PixaBay/Rosa Arrais Comunicação

Lindas vitrines, peças com cores vivas e variedade de modelos. Esse parece o ambiente perfeito para compras. Mas será que todas as roupas expostas são seguras para seus filhos?

 

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Motivada por esse questionamento, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) especifica quais materiais podem ser utlizados na produção de roupas para o público infantil.

Segundo a norma ABNT NBR 16365:2015, fica definido padrões para o uso de cordões fixos e ajustáveis, aviamentos e acessórios. O objetivo é evitar que as crianças sofram acidentes como, por exemplo, inalar botões, correndo o risco de sofrer asfixia. 

 

O que a norma exige?

- Todas as costuras devem ser firmes (grossas) e bem acabadas;

- Peças com zíper precisam ser livre de abertura no puxador e uma proteção em tecido deve ser feita do lado de dentro do zíper, evitando que machuque a pele da criança; 

- Botões e outros acessórios devem ser bem fixados; e

- Cordões devem ser curtos, com no máximo 5 cm e ajustadores para ser alargados, caso haja acidente.

 

Como escolher a roupa certa?

A consultora moda Nathália Brito, orienta quais cuidados devem ser adotados no momento de escolher as peças. 

"As mães devem levar em conta o tecido e a maleabilidade do mesmo. O ideal são peças com tecidos naturais, como o algodão. Estes podem conter um pouco de poliéster e lycra, mas sempre acompanhados do algodão, pois facilita a respiração e transpiração do bebê. É bom evitar tecidos sintéticos, pois eles prejudicam a transpiração, causando desconforto ao bebê, além de contribuir para o desenvolvimento de alergias", explica.
 

Marcas se adequam as normas

Após a divulgação das novas exigências, diversas marcas iniciaram pesquisas para promover todas as adequações..

A Comfy é um desses exemplos. Novata no mercado, a empresa lançou em 2016 macacões e bodys que não possuem zíper, botão ou velcros. O objetivo é tornar a roupa prática na hora de vestir e não oferecer riscos a segurança das crianças.  

As peças são coloridas, alegres e vestidas pelas pernas. As golas possuem um viés com elastano para abrir e fechar várias vezes, tornando-as duráveis. 

 

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Sobre a especialista

Nathália Brito é design de moda pela Faculdade Das Américas. Seus desenhos têm recebido destaque no circuito de moda paulista, em 2017, por exemplo, foi semi-finalista do concurso Focus Design Têxtil 2017. Suas inspirações são moda sustentável e criativa. Seus projetos são voltados para a valorização das raízes brasileiras de modo a desenvolver e concretizar idéias que contribuam para uma moda mais consciente.

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