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Coco Chanel e Giorgio Armani inspiram Camila Borin em seus projetos

Com trabalhos reconhecidos e premiados em Milão e na Casa Cor MT, arquiteta é especialista em projetar espaços com luxo e sofisticação

Especializada em Arquitetura e Hotelaria de Luxo, Camila Borin, transforma espaços com seu estilo sofisticado | Creditos: Arquivo Pessoal / Camila Borin

A arquitetura é a paixão que move a vida de  Camila Borin. Especialista em desenvolver projetos sofisticados, ela transforma espaços com arte e muito luxo. 

Sua história com este segmento é antiga. Por conviver na loja da sua mãe voltada ao meio, ela afirma que "nunca pensou em fazer outra coisa que não trabalhar com decoração".

Diferente de boa parte dos arquitetos, ao desenhar um projeto, não busca inspiração em outros designers. Obras de arte e o trabalho de estilistas imortais, como Coco Chanel e Giorgio Armani, são as referências que guiam seu senso estético. 

Aos 31 anos, ostenta um currículo promissor. Especializada em Arquitetura e Hotelaria de Luxo, com curso de extensão de Arquitetura Hoteleira, em Milão, fundou e é diretora da empresa que carrega seu nome "Camila Borin Arquitetos", e, recentemente, passou a integrar a equipe do segundo maior escritório de arquitetura do mundo o P+W Perkins Will.

Os ambientes assinados por Camila são reconhecidos nacional e internacionalmente com os prêmios de "Melhor Projeto de Restaurante do Brasil", em Milão no ano de 2014, e "Melhor Projeto na Casa Cor MT Segundo a Imprensa", em 2016.

 

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O Portal Rosa Choque conversou com a arquiteta sobre seu conceito de luxo e como compreende a incorporação da identidade brasileira nos projetos. Leia a entrevista na íntegra: 


RCQ: Quais são suas maiores influências quanto a design?
Camila: Meus maiores influenciadores não são designers ou arquitetos, mas grandes estiilistas como Coco Chanel e Giorgio Armani.


RCQ: O que considera bom ou mau gosto? Em quais pontos as pessoas mais costumam pecar?
Camila: Considero bom gosto alguém com olhar treinado para hamonizar qualquer coisa, desde um prato até uma cidade. Um dom divino que nasce da alma da pessoa que tem maior conexão com Deus, com a criação e com tudo que existe de belo a sua volta.

 
RCQ: Quais projetos você desenvolveu que considera os mais relevantes e quem mais expressam sua essência profissional?
Camila:  Com certeza o projeto que foi premiado em Milão. Ele tem arte, espirituualidade, energia, essência e originalidade. Além de expressar um importante momento de transição pessoal que vivi.
 

RCQ: Como enxerga a exploração da identidade brasileira na arquitetura nacional. Ainda plagiamos muito o estilo americano e europeu, ou já desenvolvemos nosso estilo? 
Camila: Não acredito que seja um plágio, mas sim uma identificação. Todos tem raízes em algum lugar e a arte tem o papel de materializar aquilo que nos faz sentido. Temos sim evoluído em nossa identidade de arte como brasileiros, sobretudo no design de mobiliário que mostra essa nossa cara inovadora, leve e despojada!

 

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RCQ: Defina luxo? É um sinônimo de exagero ou classe?
Camila: Existem três dimensões do luxo: percepções pessoais, sociais e universais. Ou seja, o luxo para cada um é aquilo que para ele faz muito sentido, como percepção pessoal. Dentro de uma percepção social o luxo, tem que ter tradição, legitimidade territorial, matéria-prima de qualidade, deve ser exclusivo. Defino luxo como algo escasso, seja como comportamento, material ou experiencial, algo único.

 

RCQ: Você poderia descrever o trabalho de um arquiteto para aqueles que não estão familiarizados com o ofício? 
Camila: Defino o arquiteto como o maestro de uma orquestra. Ele tem que estar a par de todos os detalhes e reger da melhor maneira desde projetos, outros profissionais, mão de obras especializadas, fornecedores, orçamentos para que tudo saia da melhor maneira. Seja um projeto de uma festa até uma grande cidade. Acredito que os arquitetos têm o dom de enxergar todas as situações de forma macro.

 

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RCQ: - Tem vontade de sair de Cuiabá e trabalhar outros estado do Brasil ou até atuar fora do país? Qual seria seu destino?
Camila: Já atuo em São Paulo. Acredito que portas abertas já existem e a qualquer momento entrarei em alguma delas.
 

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